Para pânico geral da turma, começaram nossas provas. Nessa segunda-feira (07/12) tivemos uma prova muito cansativa da cadeira muito cansativa de Liderança e Ética. A prova estava dividida em dois blocos: O primeiro continha 8 questões, das quais eu deveria eleger 4 e fazer uma dissertação de 10 a 15 linha para cada questão escolhida (Ufa…). No segundo bloco existiam 3 textos, um referente a cada um dos 3 cursos que compõem a turma: Gestão Comercial, Segurança e Redes. Uma vez identificado qual o tema da dissertação, tínhamos que concordar ou discordar da afirmação com um texto entre 15 e 30 linhas. É sobre esse segundo bloco da prova que quero falar. Eis o trecho apresentado:
Suponhamos que um fornecedor faça uma visita a um cliente potencial. Se o cliente lhe comunicar que adquire rotineiramente mercadorias de seu competidor, o vendedor poderá ficar tentado a desqualificar o produto do concorrente por acreditar que, desse modo, conseguirá atrair o cliente para sua empresa. Essa estratégia, todavia, poderá produzir efeitos opostos aos esperados. Primeiro, desqualificar o produto do competidor significa criticar, indiretamente, a própria capacidade de escolha do cliente, e isso poderá ofendê-lo. Segundo, a desqualificação do competidor poderá ser percebida pelo cliente como uma atitude mesquinha, como uma manifestação de inveja e de falta de respeito do fornecedor em relação ao concorrente. O resultado será a deterioração da imagem do vendedor e de sua organização perante o cliente.
Texto extraído do artigo ‘Não fale mal do seu concorrente’, de Flávio Farah
(Fonte: Ética Empresarial)